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Assunto 29: Reforma da fé

[29-14] Por que Devemos Retornar ao Evangelho da Água e do Espírito? (1 João 5:6-8)

💡Este sermão é do Capítulo 14 do livro Volume 69 do Pastor Paul C. Jong, "Retornem do Credo Niceno para o Evangelho da Água e do Espírito! (I)"
 
1 João 5:6-8

6 Este é aquele que veio por meio de água e sangue, Jesus Cristo; não somente com água, mas também com a água e com o sangue. E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.

7 Pois há três que dão testemunho:

8 o Espírito, a água e o sangue, e os três são unânimes num só propósito.

 

A Razão pela Qual Devemos Retornar do Credo Niceno para o Evangelho da Água e do Espírito

 
         A pergunta, “Por que devemos retornar do Credo Niceno de volta para o evangelho da água e do Espírito?”, não surge de uma mera sugestão para modificar levemente uma doutrina, mas de um apelo urgente de que devemos recuperar a própria essência do evangelho.
Esta questão não é uma afirmação destinada a abalar as tradições da igreja, mas um chamado para retornar à realidade da salvação que a Bíblia testificou desde o princípio.
 

         O Credo Niceno desempenhou um papel historicamente vital em proclamar claramente que Jesus é o verdadeiro Deus e que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são da mesma essência.
Por meio deste credo, a igreja foi capaz de defender a divindade de Jesus Cristo e estabelecer claramente o fundamento da fé conhecido como a Trindade.

         No entanto, o Credo Niceno apenas nos diz quem é Jesus; ele silencia sobre como Ele tomou sobre Si os pecados do mundo.
A estrutura central da salvação — quando e de que maneira o pecado foi transferido para Jesus — não é explicada nele.
Nesse vácuo, o evangelho da igreja gradualmente desviou-se em uma direção que enfatizava apenas a cruz, e um entendimento de expiação sem a realidade da transferência de pecados, o arrependimento repetitivo e uma consciência de salvação incompleta passaram a ocupar o centro da fé.

         Contudo, a salvação para a qual a Bíblia testifica tem tido a estrutura da água e do Espírito desde o princípio.
Jesus realmente tomou sobre Si os pecados do mundo ao ser batizado por João Batista no Rio Jordão, e por esses pecados que Ele havia tomado sobre Si, Ele foi julgado sob a justiça de Deus na cruz, e o Espírito Santo testifica a consumação de toda essa salvação.
Este evangelho não é uma série de eventos desconexos, mas um fluxo único e conectado de salvação, e era a forma original de salvação que a igreja primitiva cria e pregava.
Somente dentro desta estrutura, onde a água, o sangue e o Espírito testificam como um, o evangelho se torna completo.

         Hoje, muitos crentes, em sua vida de fé, constantemente se encontram enfrentando as mesmas perguntas.
Por que eu ainda me sinto como um pecador? Por que, mesmo após me arrepender repetidamente, não tenho certeza de que minha consciência foi purificada? Por que minha certeza da salvação vacila?
A razão não é complicada. É porque eles não sabem, e portanto não podem crer, quando seus pecados foram transferidos para Jesus.
A Bíblia declara que existe um método claro para a imputação do pecado. No Antigo Testamento, o pecado era transferido para a oferta sacrificial através da imposição de mãos, e no Novo Testamento, o batismo de Jesus é o evento que apareceu como a realidade da lei sacrificial do Antigo Testamento.
Uma cruz sem o batismo pode reconhecer o julgamento, mas não sabe nem pode explicar como os pecados foram transferidos.
Como resultado, um evangelho do qual o batismo está ausente faz com que as pessoas permaneçam em uma consciência de pecado por toda a vida.

         No evangelho da água e do Espírito, nascer de novo não é um conceito abstrato, mas um evento real.
Jesus declarou claramente que “a menos que alguém nasça da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.”
Aqui, a água não é um símbolo ou uma metáfora, mas refere-se ao evento real do batismo que Jesus recebeu de João Batista.
Somente quando alguém crê neste evangelho é que o apagar dos pecados é aceito não como uma doutrina entendida com a cabeça, mas como um fato; somente então a consciência é realmente lavada, e a identidade do crente é transferida de pecador para justo.
Esta não é uma experiência de nascer de novo que é meramente repetida em palavras, mas a realidade da salvação que foi consumada na história.

         Portanto, a restauração de que falamos não é sobre negar o Credo Niceno.
Pelo contrário, é um chamado para retornar ao evangelho que os apóstolos pregavam antes do Credo Niceno — isto é, à forma original de salvação para a qual a Bíblia testifica.
A doutrina da Trindade nos diz quem Deus é, mas o evangelho da água e do Espírito completa como esse Deus nos salvou.
Se o Credo Niceno é a estrutura da fé, então pode-se dizer que o evangelho da água e do Espírito é o sangue e a vida que fluem dentro dessa estrutura.
Em última análise, a razão pela qual devemos retornar do Credo Niceno para o evangelho da água e do Espírito é clara.

         É porque a Bíblia testifica claramente o evento real da imputação do pecado, do qual aquele credo deixa de falar, e porque somente esse evangelho realmente transfere uma pessoa de pecador para justo.
Esta não é uma afirmação para criar uma nova doutrina, mas uma restauração ao evangelho que a igreja primitiva cria e pregava, e um retorno à essência.
 
 

A Diferença Entre o Evangelho da Igreja Primitiva e o Evangelho Pós-Niceno

 
         A diferença entre o evangelho da igreja primitiva e o evangelho pós-Niceno não decorre de uma simples diferença de ênfase, mas de uma diferença na própria estrutura de compreensão da salvação. O evangelho que a igreja primitiva pregava era o evangelho da água e do Espírito, e era um evangelho que testificava todo o processo da salvação como um fluxo de eventos reais.
Por outro lado, a igreja pós-Nicena, no processo de organizar a doutrina centrada nos credos, procedeu na direção de conceitualizar e sistematizar o evangelho.
 

         No centro do evangelho da igreja primitiva, a estrutura da salvação que começa com o batismo de Jesus estava claramente situada.
Ao receber o batismo de João Batista no Rio Jordão, Jesus realmente tomou sobre Si os pecados do mundo, foi julgado por esse pecado imputado na cruz sob a justiça de Deus, e através do testemunho da ressurreição e do Espírito, proclamou que a salvação foi consumada.
Este evangelho era uma salvação realizada de uma vez por todas, na qual o batismo, a cruz, a ressurreição e o Espírito estão conectados como um, e os crentes, ao crerem neste fato, viviam como aqueles que habitam na salvação já consumada.

         No entanto, o evangelho pós-Niceno foi gradualmente reorganizado em uma estrutura doutrinária centrada na cruz.
O batismo de Jesus foi tratado não como um evento central da redenção, mas como um exemplo de obediência ou uma cena secundária, e a explicação de quando e como o pecado foi transferido para Jesus desapareceu do centro do evangelho.
Como resultado, a cruz foi enfatizada, mas estabeleceu-se como uma expiação faltando o processo real da imputação do pecado, e a salvação começou a ser percebida não como um evento já consumado, mas como um estado que deve ser continuamente mantido.

         Esta diferença também é claramente revelada na compreensão do Espírito Santo.
Na igreja primitiva, o Espírito Santo era Aquele que testifica e confirma a salvação que Jesus realizou, e Aquele que habita nos crentes, dando-lhes ousadia e certeza.
Por outro lado, na estrutura de fé após Niceia, o Espírito Santo foi frequentemente reduzido a uma experiência emocional ou a um papel subsidiário que ajuda na vida de fé.
Consequentemente, o foco da fé também mudou da fé no fato da salvação para o exame do estado da própria fé.

         O padrão de interpretação bíblica também mudou.
A igreja primitiva interpretava a Bíblia centrada no testemunho dos apóstolos e eventos reais, e entendia o tabernáculo, os sacrifícios e o Dia da Expiação do Antigo Testamento como a realidade dentro do ministério de Jesus Cristo.
O batismo de Jesus foi aceito como o evento que cumpriu a maneira como o pecado era imputado através da imposição de mãos nos sacrifícios do Antigo Testamento.
No entanto, após Niceia, à medida que credos e sistemas doutrinários se tornaram o padrão de interpretação, o Antigo Testamento passou a ser tratado principalmente no nível de símbolos ou lições éticas.

         Esta diferença na compreensão do evangelho influenciou diretamente a identidade do crente e os resultados da fé.
Os crentes da igreja primitiva reconheciam a si mesmos como justos, uma nova criação, e como aqueles que estão no santuário de Deus.
O arrependimento deles não era uma condição para obter a salvação, mas um fruto de vida reconhecendo-a dentro da salvação já recebida.
A consciência estava em um estado de ter sido purificada, e os frutos da fé apareciam como ousadia e certeza, liberdade e gratidão.
Por outro lado, na estrutura de fé pós-Nicena, o crente passou a definir a si mesmo como ainda um pecador, e o arrependimento tornou-se uma condição repetitiva para obter a remoção do pecado.
Como resultado, a consciência era continuamente acusada, e a fé passou a permanecer em medo e ansiedade, e constante autoexame.

         No final, pode-se dizer que a igreja primitiva era uma igreja que pregava claramente quando o pecado foi transferido para Jesus, enquanto a igreja pós-Nicena era uma igreja que transformou o evangelho em doutrina centrada em quem Jesus é.
À medida que o evangelho da água e do Espírito desapareceu, a clara certeza da remoção do pecado também se tornou fraca junto com ele.
O que a igreja pós-Nicena perdeu não foi a cruz em si, mas o batismo de Jesus que foi antes da cruz, isto é, o evento real da imputação do pecado.
Restaurar este fato é o próprio caminho para retornar ao evangelho da igreja primitiva.
 
 

O Evangelho da Igreja Primitiva, o Evangelho da Reforma e o Evangelho da Igreja Moderna

 
         Se examinarmos o Evangelho da Igreja Primitiva, o Evangelho da Reforma e o Evangelho da Igreja Moderna em um único fluxo, podemos confirmar claramente que a história da igreja não é um simples processo de desenvolvimento, mas um processo no qual a estrutura do evangelho foi gradualmente alterada e reduzida.
A diferença entre essas três eras vai além da diferença no contexto histórico e está diretamente ligada à questão de como a salvação foi compreendida e com que identidade o crente passou a viver.
 

         A igreja primitiva era uma igreja edificada sobre o testemunho direto dos apóstolos.
O centro do evangelho que eles pregavam era o evangelho da água e do Espírito, e a salvação era proclamada como uma sucessão de eventos que realmente aconteceram.
Eles pregavam que Jesus tomou sobre Si o pecado do mundo de uma só vez ao receber o batismo de João Batista no Rio Jordão, que Ele resolveu esse pecado imputado na cruz sob o julgamento de Deus, e que a salvação foi consumada através da ressurreição e do testemunho do Espírito.
Este evangelho foi o evento que cumpriu o tabernáculo, os sacrifícios e o Dia da Expiação como realidade, e os crentes viviam em ousadia e liberdade, reconhecendo a si mesmos como justos e uma nova criação habitando na salvação já consumada.
O arrependimento não era uma condição para obter a salvação, mas um fruto que nascia naturalmente na vida após a salvação, e a consciência permanecia diante de Deus em um estado de ter sido purificada.

         A Reforma surgiu em meio a uma forte reação contra o clericalismo e a salvação baseada em obras da Igreja Católica medieval.
O evangelho daquela era foi resumido como uma doutrina de justificação centrada na cruz, e a verdade de ser declarado justo pela fé foi poderosamente proclamada.
No entanto, neste processo, porque eles também herdaram a fé do Credo Niceno como ela era, a estrutura da imputação do pecado inerente ao batismo de Jesus não foi suficientemente explicada e foi deixada de lado como um evento simbólico.
A salvação ainda era tratada como importante, mas sua estrutura focava em explicações forenses e doutrinárias em vez de no fluxo de eventos.
Como resultado, a identidade do crente foi colocada na tensão de ser justo e pecador ao mesmo tempo, e o arrependimento tomou seu lugar como um meio para manter a fé.
Embora houvesse uma certa paz na consciência, permanecia uma limitação em alcançar a certeza de que o pecado foi completamente lavado.

         A igreja moderna, embora permanecendo sobre as doutrinas estabelecidas após a Reforma, no fluxo dos tempos, popularizou a fé e a reconstruiu centrada na emoção e na experiência.
O evangelho ainda fala da cruz, mas seu significado tem sido mais frequentemente consumido como um símbolo de inspiração, sacrifício e amor, em vez da estrutura da transferência do pecado e julgamento.
O batismo de Jesus quase nunca é mencionado, e o próprio conceito da transferência do pecado desapareceu da linguagem da fé.
O Espírito Santo passou a ser compreendido como uma fonte de experiência emocional ou poder, em vez de como Aquele que testifica a salvação, e a interpretação bíblica também derivou numa direção subjetiva e pragmática.
Como resultado, a salvação tem sido percebida como estando em um estado constantemente oscilante, e o crente permaneceu na consciência de ainda ser um pecador, habitando no arrependimento repetitivo e na autoverificação.
A igreja, também, passou a focar em programas, crescimento e desempenho em vez de na proclamação do evangelho.

         Se sintetizarmos o fluxo dessas três eras, pode-se dizer que a igreja primitiva pregava o evangelho consumado como um evento; a Reforma organizou esse evangelho em doutrina enquanto omitia o batismo de Jesus, assim como o Catolicismo fez; e a igreja moderna reduziu até mesmo essa doutrina à emoção e experiência.
Neste processo, o evangelho da água e do Espírito — isto é, o evento no qual o pecado foi realmente transferido para Jesus — tornou-se gradualmente obscuro na história.

         O que a igreja precisa agora não é de um novo movimento ou outra forma de fé.
É retornar ao evangelho da água e do Espírito que a igreja primitiva cria e pregava.
Esta é, de fato, a reforma final que ainda resta mesmo 500 anos após a Reforma, e é o caminho para restaurar a essência do evangelho.
 
 

O Evangelho da Água e do Espírito, a Salvação Completa Pregada pela Igreja Primitiva

 
         Caros santos, hoje estamos diante de uma pergunta muito fundamental que devemos fazer novamente.
É a pergunta: “Sou eu verdadeiramente uma pessoa que foi completamente salva do pecado?”
Muitas pessoas confessam que creem em Jesus, se apegam à cruz, oferecem orações de arrependimento e vivem uma vida de fé dentro da igreja.
No entanto, nas profundezas de seus corações, uma pergunta inexplicada ainda permanece.
É a pergunta de por que eu ainda me sinto como um pecador, por que minha consciência não está completamente em paz, e por que minha certeza da salvação oscila.
Este não é um problema que surge porque a fé de um indivíduo é fraca, mas um problema que ocorreu porque eles não ouviram plenamente a estrutura do evangelho.
Portanto, hoje pretendemos examinar claramente não as doutrinas de homens, mas o evangelho exatamente como ele é na Bíblia, o qual a igreja primitiva cria e pregava — isto é, o evangelho da água e do Espírito.
 

         O ponto de partida da salvação de que a Bíblia fala é o batismo de Jesus.
A primeira coisa que Jesus fez ao iniciar Seu ministério público foi o evento de ser batizado por João Batista no Rio Jordão.
Muitas igrejas explicam esta cena como um exemplo da humildade ou obediência de Jesus, ou como tendo o propósito de nos mostrar o modelo para o batismo.
No entanto, a Bíblia dá um testemunho muito mais claro do que isso.

         João Batista apontou para Jesus e O proclamou como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
Isso significa que o pecado foi transferido para Jesus realmente, não simbolicamente.
Esta estrutura já estava claramente estabelecida no Antigo Testamento.
O pecado é transferido para o sacrifício através da imposição de mãos, e o pecado transferido é julgado através do derramamento de sangue.

         João Batista não era um mero profeta, mas o último Sumo Sacerdote que continuou a linhagem de Arão, e o momento em que Jesus foi batizado por ele foi o momento em que o pecado da humanidade foi oficialmente transferido para Jesus.
O batismo é precisamente a transferência do pecado, e este é o ponto de partida da salvação.

         Então, o que é a cruz?
A cruz não é um símbolo vago de amor, nem para em ser uma cena que mostra de forma comovente a devoção de Jesus.
A cruz é o justo julgamento de Deus sobre o pecado que já havia sido transferido para Jesus.
A Bíblia testifica: “E pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).

         O que é importante aqui é a ordem.
Primeiro, o pecado foi transferido para Jesus através do batismo, e esse pecado foi julgado na cruz.
Se não houvesse batismo, o que a cruz teria julgado?
Portanto, o evangelho da cruz sem o batismo pode ser capaz de mover os corações das pessoas, mas não pode resolver completamente o problema do pecado.
A igreja primitiva não pregava apenas a cruz. Eles pregavam o batismo e a cruz como um único evento de salvação.

         Agora devemos examinar o papel do Espírito Santo.
A Bíblia diz que Jesus Cristo veio por água e sangue, e que é o Espírito quem testifica esse fato.
O Espírito Santo não é alguém que traz repetidamente o cancelamento dos pecados, mas aquele que confirma e testifica a salvação que já está consumada.

         Portanto, a Bíblia declara que nossos corações foram aspergidos para nos purificar de uma má consciência e nossos corpos foram lavados com água pura.
Quando cremos neste evangelho, não somos mais pecadores, mas justos, novas criaturas, e aqueles que já entraram no santo lugar.
Esta é a mudança real que o evangelho da água e do Espírito produz na vida de um crente.

         Caros santos, o que a igreja precisa hoje não é de novos programas, nem de experiências mais fortes.
É a restauração ao evangelho que a igreja primitiva cria e pregava.
O evangelho que começa no batismo de Jesus, é consumado na cruz, e é confirmado pelo Espírito Santo — este é precisamente o evangelho da água e do Espírito.
Quando cremos neste evangelho, o arrependimento torna-se não um ritual repetitivo para obter a remoção dos pecados, mas o fruto da vida; a fé torna-se não ansiedade, mas ousadia; e passamos a viver não como pecadores, mas como justos.

         Agora, a pergunta que resta para nós é clara.
Devemos nos perguntar se conhecemos apenas a cruz, ou se cremos no evangelho completo que inclui o batismo de Jesus.
Deus está nos chamando ainda hoje, dizendo-nos para retornar ao evangelho da água e do Espírito.
Oro em nome do Senhor para que vocês possam viver como filhos de Deus, desfrutando de verdadeira liberdade, certeza e vida dentro deste evangelho.

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