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佈道

Assunto 29: Reforma da fé

[29-7] A Igreja de Deus Edificada sobre a Fé de Pedro (Mateus 16:18-19)

💡Este sermão é do Capítulo 7 do livro Volume 69 do Pastor Paul C. Jong, Retornem do Credo Niceno para o Evangelho da Água e do Espírito! (I)
 
 
 
Mateus 16:18-19

18 Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

19 Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus.

 

Quando Pedro respondeu à pergunta de Jesus, “Tu és o Cristo”, que tipo de fé ele estava confessando com essa resposta?

 
         A confissão de Pedro em Mateus 16:16, “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, é a confissão de fé mais completa sobre quem é Jesus.
Esta curta frase contém toda a essência da fé.
O seu significado pode ser descrito em três partes, como segue.
 

         Primeiro, a confissão “Tu és o Cristo” é a confissão de fé de que Jesus é o Messias que Deus prometeu. 
A palavra “Cristo” tem o mesmo significado que a palavra hebraica “Messias”, que significa “o Ungido”. 
Pedro não considerava Jesus apenas como um profeta ou um mestre justo, mas acreditava que Ele era o Messias enviado por Deus para salvar a humanidade do pecado. 
Jesus, como Rei, venceu o poder do pecado e da morte e reina sobre os nossos corações e sobre o mundo. 
Também, como Sumo Sacerdote, Ele ofereceu o Seu próprio corpo como sacrifício expiatório e tirou os pecados da humanidade de uma vez por todas; e como Profeta, Ele proclamou a Palavra de Deus e mostrou claramente o caminho da salvação para a humanidade. 
Portanto, a confissão de Pedro é a proclamação de fé de que Jesus é o meu Salvador e Aquele que cumpriu todas as palavras da Lei e dos Profetas.

         Segundo, a confissão “o Filho do Deus vivo” é a confissão de fé que reconhece a divindade de Jesus. 
Pedro não via Jesus apenas como um agente de Deus ou uma pessoa santa, mas acreditava que Ele era o Filho de Deus que possui a vida e a essência de Deus. 
Esta confissão é a confissão de fé de que Jesus é um com Deus, isto é, que o próprio Deus veio em carne. 
Em Jesus, Pedro viu a presença viva, o poder e a vida eterna de Deus. 
Além disso, a expressão “o Deus vivo” é uma declaração de que, em meio a um mundo que serve a ídolos, somente Deus é a verdadeira fonte de vida.

         Terceiro, esta confissão é uma fé revelada por Deus Pai. 
Jesus disse: “Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus” (Mateus 16:17). 
Estas palavras mostram que a fé de Pedro não veio da razão ou do conhecimento humano, mas é uma fé de revelação que Deus o fez compreender através do Espírito Santo. 
Portanto, a confissão de Pedro não é mero conhecimento, mas uma confissão de fé dada pela inspiração do Espírito Santo, e é porque sobre essa mesma fé Jesus disse: “Edificarei a minha igreja”.
Esta confissão de fé é a fé que se torna o fundamento de todas as igrejas verdadeiras, e torna-se o fundamento da fé.

         Para resumir, a declaração “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” é uma confissão de fé que crê que Jesus é o nosso Salvador, o Messias, e é Deus.
Hoje, tal confissão de fé é igualmente requerida de nós. 
A fé que crê em Jesus não apenas como uma figura respeitável, mas como o Salvador que tomou sobre Si os meus pecados e como o Deus vivo, é de fato a verdadeira fé, como a confissão de Pedro.

 

Pedro era um discípulo que acreditava no fato de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo de João Batista?

 
         Para apresentar a conclusão primeiro, Pedro era um discípulo que acreditava que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo de João Batista.
No entanto, a sua fé não foi algo completamente compreendido desde o início; pelo contrário, foi uma fé que foi gradualmente confirmada e amadurecida através da revelação no processo de trabalhar juntamente com Jesus.
Se examinarmos o processo passo a passo de acordo com o fluxo da Bíblia, é como segue.
 

         Primeiro, o significado do batismo de Jesus não foi um simples sinal de arrependimento, mas um evento que cumpriu toda a justiça. 
Quando Jesus estava sendo batizado por João no Rio Jordão, Ele disse: “Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça” (Mateus 3:15). 
Aqui, ‘toda a justiça’ significa a justiça da salvação que Deus planejou. 
Em outras palavras, foi um evento de transferência de todos os pecados da humanidade para o corpo de Jesus. Como o Cordeiro de Deus sem pecado, Jesus levou os pecados do mundo através do batismo por João. 
É por isso que João Batista, olhando para Jesus, testificou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).

         Em seguida, Pedro soube deste fato e começou a seguir Jesus. 
Se olharmos para João capítulo 1, podemos ver que o irmão de Pedro, André, era um discípulo de João Batista. 
Quando João apontou para Jesus e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”, os dois discípulos que o ouviram seguiram Jesus, e um deles era André. 
André foi até Jesus e confessou: “Achamos o Messias” (João 1:41), e levou Pedro a Jesus. 
Portanto, no ponto de partida da vinda de Pedro a Jesus, a semente da fé — a saber, o testemunho do evangelho de João Batista de que “Jesus é o Cordeiro de Deus que levou os pecados do mundo” — já estava no lugar.

         Depois disso, Pedro confirmou gradualmente essa fé ao ver o ministério de Jesus em primeira mão. 
Jesus curou os enfermos e proclamou a remissão dos pecados, e estes foram eventos nos quais a Sua autoridade como o ‘portador dos pecados do mundo’ após ser batizado no Rio Jordão foi realmente revelada. 
Ao observar todo esse ministério ao Seu lado, Pedro percebeu que Jesus não era um mero humano, mas o Filho de Deus que tem a autoridade para remitir os pecados das pessoas. 
E finalmente, em Mateus 16:16, ele confessou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. 
Esta confissão foi além do nível de simplesmente reconhecer a divindade de Jesus; foi uma confissão de fé contendo a convicção interior de que Jesus era Aquele que cumpriu o plano de Deus para salvar os pecadores através do evangelho da água e do Espírito.

         Esta fé foi completada através da cruz e da ressurreição de Jesus.
Pedro negou Jesus três vezes logo antes do evento da cruz, mas, depois de encontrar o Senhor ressuscitado, ele foi completamente transformado.
Após receber o Espírito Santo no Pentecostes, ele pregou o evangelho com ousadia. Proclamando: “A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2:32), ele testificou que Jesus morreu pelos pecados da humanidade e ressuscitou.
Também, confessando: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos” (1 Pedro 3:18), ele revelou claramente o significado da expiação substitutiva de Jesus.

         Mais tarde, Pedro explicou o significado do batismo em sua epístola desta forma:
“A qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo” (1 Pedro 3:21).
Esta palavra mostra claramente que o ministério do batismo de Jesus está conectado a uma única verdade de salvação.
Em outras palavras, Pedro foi um apóstolo que compreendeu plenamente o evangelho de que o ministério da salvação, que começou através do batismo, é completado através da cruz e da ressurreição.

         Em conclusão, Pedro foi aquele entre os discípulos de Jesus que primeiro creu e confessou o fato de que Jesus era o Cordeiro de Deus que tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo de João Batista.
Embora a sua fé fosse parcial no início, ele tornou-se um apóstolo que compreendeu completamente o evangelho da água e do Espírito através da cruz, da ressurreição e da revelação do Espírito Santo.

         Jesus é Aquele que tomou sobre Si os pecados do mundo quando foi batizado no Rio Jordão, expiou esses pecados na cruz e completou a salvação através da ressurreição.
Este é o cerne do evangelho que Pedro creu e pregou, e foi a fé de um discípulo que compreendeu mais profundamente o significado de Mateus 3:15-17.
 
 

Pedro foi um apóstolo que testificou do evangelho de salvar a humanidade através do batismo de Jesus e do sangue da cruz

 
         Pedro foi um apóstolo que testificou do evangelho de salvar a humanidade através do batismo de Jesus e do sangue da cruz.
A sua fé era uma fé que conectava como uma só o batismo de Jesus que começou no Rio Jordão, isto é, o evento de tomar sobre Si os pecados do mundo, e o derramamento de sangue na cruz, isto é, a verdade da salvação de ter pago o preço por esses pecados de uma vez.
Esta fé não era um simples entendimento de doutrina, mas originou-se da experiência do evangelho, que foi diretamente visto e compreendido através da vida e ministério de Jesus.
 

         Primeiro, o evangelho de Pedro começou a partir do ministério do batismo de Jesus.
O ministério no qual Jesus recebeu o batismo de João Batista no Rio Jordão não foi um simples sinal de arrependimento, mas o começo do ministério de transferir os pecados da humanidade para Jesus.
Jesus recebeu o batismo, dizendo: “Porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça” (Mateus 3:15).
Aqui, “toda a justiça” significa o plano de salvação de Deus, isto é, a consumação da justiça ao passar todos os pecados da humanidade para o Jesus sem pecado.
Neste momento, João Batista testificou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).
Pedro veio a conhecer Jesus através de seu irmão André, que ouviu este testemunho, e naquela época, ele já passou a guardar em seu coração a verdade do evangelho de que Jesus era o Salvador que carregava os pecados do mundo.

         Mais tarde, depois que Jesus ressuscitou e ascendeu, Pedro foi estabelecido como um apóstolo que prega o evangelho.
Se olharmos para os seus sermões registrados nos Atos dos Apóstolos, podemos ver que o evangelho da salvação — de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo através do batismo, e lavou esses pecados pelo derramamento de sangue na cruz — é sempre colocado no centro.
Ele proclamou: “A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2:32), e “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (Atos 5:30-31).
O evangelho que Pedro pregou não era simplesmente “Jesus morreu”, mas era a verdade do evangelho de que “porque Jesus tomou sobre Si os pecados da humanidade através do batismo, a expiação foi feita através da Sua morte”.
Em outras palavras, ele foi um apóstolo que proclamou juntamente a imputação dos pecados, que começou com o batismo que João Batista deu a Jesus, e a consumação da remissão dos pecados, que foi realizada pelo sangue da cruz.

         Se olharmos para 1 Pedro, podemos ver que ele explicou o batismo, a cruz e a ressurreição conectando-os como uma única obra de salvação.
A declaração: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos” (1 Pedro 3:18), pressupõe que os pecados já haviam sido imputados a Jesus.
Quanto a onde esses pecados foram imputados, foi precisamente quando Jesus foi batizado por João Batista no Rio Jordão.
E ele continua, dizendo: “A qual, figurando o batismo, agora também vos salva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo” (1 Pedro 3:21).
Pedro não via o batismo como um simples ritual religioso.
Ele o entendia como o símbolo da salvação pelo qual Jesus tomou sobre Si os pecados da humanidade, e como um evento que testifica que esta salvação foi completada através da ressurreição.
Portanto, na sua estrutura de fé, um único fluxo de redenção — ‘batismo, cruz, ressurreição’ — estava claramente estabelecido.
Também, o versículo registrado em João 19:34: “Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água”, é um evento que mostra o batismo de Jesus e a cruz como salvação.
A ‘água’ significa o batismo de Jesus, e o ‘sangue’ significa o sacrifício da cruz.
Em 1 João 5:6 também, testifica: “Este é aquele que veio por meio de água e sangue, Jesus Cristo; não somente com água, mas também com a água e com o sangue”, e revela claramente que o ministério de Jesus consistiu no batismo que Ele recebeu de João, no derramamento de sangue na cruz, e na Sua morte e ressurreição.
Dentro de tais testemunhos apostólicos, Pedro também pregou o mesmo evangelho da água e do Espírito.
Ele é alguém que testificou claramente que Jesus se tornou o Salvador que carregou os pecados através do batismo que recebeu de João, expiou esses pecados com o sangue da cruz, e deu a vida eterna através da ressurreição da morte.

         Em conclusão, Pedro foi um apóstolo que testificou do batismo de Jesus e do sangue da cruz como o evangelho da água e do Espírito, conectados como um só.
No centro de seus sermões e epístolas, flui sempre a estrutura de fé de que “Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo através do Seu batismo, expiou esses pecados de uma vez por todas na cruz, e nos tornou justos através da Sua ressurreição”.
Este é precisamente o evangelho da água e do Espírito que Pedro pregou, e é a verdade da salvação completada pelo batismo, cruz e ressurreição de Jesus.

         Para resumir, que Jesus Cristo recebeu o batismo no Rio Jordão e tomou sobre Si os pecados do mundo, remiu esses pecados na cruz, e deu a remissão de pecados e nova vida através da Sua ressurreição, é o verdadeiro evangelho da água e do Espírito do qual Pedro testificou.
Hoje, nós também, ao crer neste evangelho da água e do Espírito, alcançamos a salvação.
 
 

Jesus disse que edificaria a igreja sobre a palavra do evangelho em que Pedro crê; o que significa esta declaração?

 
         Quando Jesus disse: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18), isso não significa que Ele edificaria a igreja sobre a pessoa chamada Pedro.
Significa que Ele edificaria a igreja sobre a fé do evangelho que Pedro confessou, isto é, sobre a confissão de fé: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”.
Em outras palavras, significava que Jesus edificaria a verdadeira igreja de Deus sobre a verdade consumada da salvação da humanidade, ou seja, sobre a palavra do evangelho da água e do Espírito, realizada através do batismo de Cristo e do sangue da cruz.
 

         Primeiro, na expressão “sobre esta pedra”, Jesus falou da ‘confissão de fé’ como a pedra, e não de uma ‘pessoa’.
No texto original grego, ‘Pedro’ (Πέτρος, Petros) significa uma pedra pequena, e ‘pedra’ (πέτρα, Petra) significa uma rocha grande e sólida. Isto é, Jesus não edificou a igreja sobre o indivíduo chamado Pedro, mas Ele edificou a igreja sobre o conteúdo da fé que ele confessou.
A confissão de Pedro não foi uma simples confissão de fé, mas tornou-se a rocha da fé que crê no evangelho da salvação completado por Jesus recebendo o batismo de João, derramando Seu sangue na cruz e ressuscitando dos mortos — isto é, o evangelho da água, do sangue e do Espírito.

         Em seguida, o fundamento da igreja que Jesus estabeleceu é o evangelho da água e do Espírito, que é feito da água e do sangue.
Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo de João no Rio Jordão, pagou o preço por esses pecados de uma vez por todas ao derramar Seu sangue na cruz, e deu nova vida à humanidade através da ressurreição.
Esta ordem, a saber, o batismo, a cruz e a ressurreição, é o fundamento da fé da igreja, e a confissão de fé de Pedro contém precisamente este evangelho da água e do Espírito.
Quando ele confessou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, isso incluía a fé que crê no ministério através do qual Jesus, como o Sumo Sacerdote, tomou sobre Si os pecados do mundo, derramou Seu sangue e morreu na cruz, e cumpriu a justiça ao ressuscitar como a própria essência de Deus.
Portanto, a igreja não é algo que existe simplesmente como um edifício ou uma instituição, mas significa uma comunidade de fé edificada sobre a verdade deste evangelho da água e do Espírito.

         Além disso, quando Jesus disse: “Edificarei a minha igreja”, Ele estava revelando claramente que o dono da igreja não é uma pessoa ou uma instituição, mas o próprio Jesus.
A igreja de Deus não pertence a Pedro, nem pertence aos apóstolos, e não é edificada sobre a tradição ou autoridade humana.
Somente a comunidade edificada sobre o evangelho que Jesus completou com a água e o sangue é a igreja do Senhor. Portanto, uma igreja que se afastou do evangelho da água e do Espírito não pode mais ser chamada de igreja do Senhor.
Através destas palavras, Jesus ensinou que se alguém crê no evangelho que Jesus realizou com a água e o Espírito, a obra do Senhor está com ele em seu coração.

         E as palavras: “as portas do inferno não prevalecerão contra ela”, são uma promessa de que a igreja edificada sobre o evangelho nunca será derrubada.
O ‘poder do Hades’ significa o poder do pecado e da morte, isto é, o poder de Satanás.
No entanto, porque a igreja edificada sobre o evangelho foi estabelecida não pela força humana, mas pela obra salvadora de Jesus, nenhum poder pode derrubá-la.
Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo com o batismo que recebeu de João, venceu a morte na cruz e revelou a vida eterna através da ressurreição.
A igreja de Deus, edificada sobre este poder de Deus, nunca será abalada, mesmo que os tempos mudem e o mundo mude.

         Em conclusão, as palavras que Jesus falou: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja”, significam que “Ele edifica a verdadeira igreja sobre a palavra do evangelho através da qual Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo pelo batismo que Ele recebeu de João, expiou esses pecados com o sangue da cruz e cumpriu a justiça através da ressurreição”.
A igreja de Jesus não é uma organização religiosa edificada sobre a autoridade ou tradição humana, mas uma comunidade de fé edificada sobre o evangelho feito da água e do sangue.

         Para resumir, sobre a confissão de fé: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, Jesus ainda está edificando a Sua própria igreja, mesmo agora.
A igreja edificada sobre este evangelho nunca será derrubada, nem mesmo pela autoridade humana ou pelos ataques de Satanás, e permanecerá firme para sempre no poder de Deus.
 
 

A igreja estabelecida nesta terra é edificada sobre o evangelho da água e do Espírito em que Pedro crê?

 
         Para ser preciso, a verdadeira igreja que Jesus estabeleceu é a igreja edificada sobre o evangelho em que Pedro creu, a saber: “o evangelho feito do batismo de Jesus, do sangue da cruz e da ressurreição”.
No entanto, nem todas as igrejas que existem no mundo hoje são edificadas sobre esse evangelho.
A “igreja” de que a Bíblia fala e a “igreja religiosa” feita por humanos com instituições e tradições são essencialmente diferentes, e devemos entender claramente essa diferença.
 

         Primeiro, a verdadeira igreja que Jesus estabeleceu foi edificada sobre a confissão do evangelho de Pedro.
Quando Jesus disse: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18), o significado não era que Ele edificaria a igreja sobre a pessoa chamada Pedro, mas que Ele a edificaria sobre a fé do evangelho da água e do Espírito que ele confessou.
Quando Pedro confessou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16), ele tinha a fé de que Jesus, indo além de simplesmente ser o Messias, era Aquele que tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo no Rio Jordão, morreu na cruz carregando esses pecados em lugar deles, e justificou todos os que creem através da ressurreição.
Jesus edificou a igreja precisamente sobre a confissão de fé neste evangelho — isto é, a verdade da salvação da água e do sangue.

         A seguir, a igreja primitiva foi edificada sobre este evangelho de Pedro.
Olhando para os sermões de Pedro que aparecem no livro de Atos, ele sempre testificou do batismo e sangue, e morte e ressurreição de Jesus.
Em suas palavras que proclamavam: “A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2:32), e “Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (Atos 5:31), estava contido o cerne do evangelho de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo com o batismo que Ele recebeu de João e expiou esses pecados derramando o Seu sangue na cruz.
A fé da igreja primitiva não se baseava na tradição humana ou na lei. Eles eram um grupo de crentes no evangelho que Jesus completou recebendo o batismo de João, sendo crucificado e derramando o Seu sangue na cruz, e ressuscitando da morte. Essa mesma fé era a fé que é o fundamento da igreja.

         No entanto, com o passar do tempo, a essência da igreja foi gradualmente corrompida.
Especialmente após o século IV d.C., quando o Imperador Romano Constantino reconheceu oficialmente o Cristianismo, a igreja começou a mudar de uma comunidade centrada no evangelho para uma instituição política e uma organização de poder.
Nesse processo, a verdade central do evangelho — que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo através do Seu batismo — desapareceu num instante, e a doutrina incompleta de que “a expiação foi consumada apenas pela morte na cruz” tomou o lugar central da chamada igreja ortodoxa.
O batismo tornou-se meramente um ritual formal, e as pessoas passaram a acreditar que recebem o perdão dos pecados através de orações de arrependimento ou confissão.
Essas mudanças foram o começo de uma igreja religiosa feita com doutrinas e instituições humanas, não a igreja estabelecida por Deus.
Essas igrejas não eram a igreja edificada sobre a confissão do evangelho de Pedro, mas organizações edificadas sobre a tradição da Igreja Católica criada por Constantino.

         Mesmo hoje, existem muitas comunidades no mundo com o nome ‘igreja’, mas dentro delas, existem dois tipos de igrejas.
A primeira é a verdadeira igreja, que é a igreja que crê no evangelho de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo no Rio Jordão, expiou esses pecados derramando o Seu sangue na cruz, e completou a salvação através da ressurreição.
Esta igreja é uma comunidade espiritual edificada sobre a rocha do evangelho que Jesus estabeleceu.
A segunda é a igreja religiosa, que é a igreja que considera o batismo de Jesus como um simples ritual, enfatiza apenas o sangue da cruz, ou busca obter a salvação através de atos humanos de arrependimento.
Uma igreja como esta não é o sujeito das palavras que Jesus falou: “sobre esta pedra edificarei a Minha igreja”.

         Em conclusão, a verdadeira igreja que Jesus estabeleceu foi edificada sobre o evangelho em que Pedro creu, a saber, o evangelho da água e do Espírito feito do batismo que Jesus recebeu de João, do sangue da cruz, e da morte e ressurreição.
No entanto, nem todas as igrejas que existem no mundo hoje são edificadas sobre este evangelho.
A verdadeira igreja não é aquela que existe como um edifício ou uma instituição, mas é uma igreja espiritual estabelecida nos corações das pessoas que creem neste evangelho.

         Para resumir, apenas a igreja edificada sobre o evangelho da confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” — isto é, o evangelho de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo, expiou com o sangue da cruz, e deu nova vida através da ressurreição — é a verdadeira igreja que Jesus estabeleceu.
Tal igreja é a igreja eterna de Deus, estabelecida no poder de Deus, a qual nenhuma autoridade do mundo ou o poder de Satanás pode jamais destruir.
 
 

Aqueles que criaram e creem no Credo Niceno e nos Sete Sacramentos são os que herdaram a fé de Pedro?

 
         Esta pergunta trata da questão fundamental: “A fé da igreja que Jesus estabeleceu é verdadeiramente a mesma que a fé da igreja institucionalizada na história?”
Para adiantar a conclusão, aqueles que tomaram o Credo Niceno e os Sete Sacramentos como a base de sua fé não são os que herdaram a fé de Pedro.
Eles são aqueles que abandonaram o evangelho de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo no Rio Jordão — isto é, o evangelho da água e do Espírito — e passaram a se apoiar em doutrinas religiosas e instituições feitas por homens.
 

         Examinando isso bíblica, histórica e teologicamente, é como se segue.
Primeiro, a fé de Pedro era a rocha da fé que crê no evangelho da água e do Espírito.
Pedro confessou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16). Nesta única frase, todo o plano da salvação de Deus está contido.
Jesus tomou sobre o Seu próprio corpo os pecados do mundo ao receber o batismo dado por João no Rio Jordão (Mateus 3:15-17), foi crucificado, derramou o Seu sangue e morreu (João 19:30), e através da ressurreição, deu justiça e nova vida à humanidade (Romanos 4:25).
Jesus estabeleceu a verdadeira igreja exatamente sobre esta confissão do evangelho da água e do Espírito. Portanto, o fundamento da igreja é apenas “o evangelho da água e do Espírito”, e este era o evangelho em que Pedro cria e a fé da igreja primitiva.

         No entanto, em 325 d.C., o Credo Niceno, que foi estabelecido no Concílio de Niceia realizado sob a liderança do Imperador Constantino, eliminou completamente a verdade do batismo de Jesus, que é o ponto de partida do evangelho.
Este credo foi feito com o propósito de defender a divindade de Jesus, mas a palavra do batismo, a verdade fundamental do evangelho da água e do Espírito, estava ausente.
O Credo Niceno confessa: “Ele, pelo Espírito Santo, encarnou da Virgem Maria e se fez homem, e foi crucificado por nós...”
Em outras palavras, ele omite o processo de salvação de que Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao receber o batismo de João no Rio Jordão.
Por causa disso, indicava que ‘a expiação foi completada apenas pela morte na cruz’, e, como resultado, eles acabaram se tornando aqueles que danificaram metade do evangelho.
Eles são aqueles que passaram a crer apenas no resultado de que Ele foi crucificado e morreu na cruz, sem saber como Jesus carregou os pecados do mundo.

         Posteriormente, a Igreja Católica estabeleceu o sistema dos “Sete Sacramentos” (batismo, confirmação, eucaristia, penitência, matrimônio, ordem e extrema-unção) com base no Credo Niceno.
Este sistema mudou a salvação que Deus completou de uma vez por todas através do batismo e do sangue de Jesus para uma estrutura onde ela deve ser mantida repetidamente através de atos e rituais humanos.
O sacramento do Batismo foi institucionalizado como um ritual para lavar o pecado original, o sacramento da Penitência como um ato de ter que confessar os pecados a cada vez, e o sacramento da Eucaristia como uma cerimônia que reencena repetidamente o sacrifício de Jesus.
No entanto, o batismo de Jesus foi a verdade pela qual Ele transferiu todos os pecados da humanidade de uma vez por todas, e o sangue da Cruz revelou que Ele pagou o preço dos pecados da humanidade.
Por outro lado, o sistema dos Sete Sacramentos corrompeu isso em uma estrutura não bíblica que busca manter a salvação através de atos humanos e procedimentos religiosos.
Como resultado, a verdade — completada através de Jesus carregando os pecados do mundo com o Seu batismo no Rio Jordão e pagando o preço por esses pecados na cruz — foi obscurecida.

         Como resultado, o evangelho de Pedro e a fé centrada no Credo Niceno começaram a trilhar caminhos fundamentalmente diferentes.
O evangelho de Pedro ensinava que os pecados do mundo foram transferidos no batismo de Jesus e que a expiação perfeita foi consumada através do sangue da Cruz.
No entanto, a fé centrada no Credo Niceno omitiu a Palavra da verdade do batismo e explicou a expiação apenas através da morte na Cruz.

         A fé de Pedro baseava-se na Palavra da Escritura e na revelação do Espírito Santo, mas a fé do Credo Niceno seguia a autoridade de credos e doutrinas papais.
A igreja de Pedro foi edificada sobre o evangelho — isto é, sobre a água e o Espírito — mas a igreja após Niceia foi edificada sobre instituições e tradições.
No final, o Credo Niceno e o sistema dos Sete Sacramentos danificaram a verdade de que os pecados do mundo foram transferidos através do batismo de Jesus.
No entanto, Deus nesta era presente está mais uma vez estabelecendo a igreja de Deus sobre o evangelho da água e do Espírito.
O evangelho da água e do Espírito, que estivera oculto dentro de doutrinas desde Niceia, está agora sendo restaurado através da Palavra da Bíblia.

         Jesus disse a Nicodemos:
“Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus.” (João 3:5).
Esta palavra ensina o cerne do evangelho — que alguém deve nascer de novo crendo no batismo de Jesus (a água) e na obra do Espírito Santo (o sangue e a ressurreição).
Esta é precisamente a fé que Pedro confessou e a própria pedra sobre a qual Jesus disse: “Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja.”

         Em conclusão, aqueles que edificaram sua fé sobre o Credo Niceno e os Sete Sacramentos não são os que sucederam à fé de Pedro no evangelho da água e do Espírito.
Eles são os que abandonaram o batismo que Jesus recebeu de João — o início do evangelho — e tentaram substituir a salvação por sistemas e rituais humanos.
Por outro lado, aqueles que sucederam à fé de Pedro são os que creem na palavra do evangelho da água e do Espírito, na qual Jesus carregou os pecados do mundo através do Seu batismo no Rio Jordão, expiou esses pecados de uma vez por todas derramando o Seu sangue na Cruz, e deu nova vida através da Sua ressurreição.

         Em resumo, a confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, é a confissão do evangelho de que Jesus carregou os pecados através do Seu batismo, fez expiação através do Seu sangue e cumpriu a justiça através da Sua ressurreição.
Apenas a igreja edificada sobre este evangelho é a verdadeira igreja que herdou a fé de Pedro, e é a igreja que o próprio Senhor estabeleceu.
 
 

Será que ainda existe, hoje no século XXI, uma igreja edificada sobre a fé que herdou o evangelho em que Pedro creu?

 
         Sim, mesmo no século XXI, há aqueles que creem no mesmo evangelho em que Pedro creu — o evangelho da água e do Espírito, que foi consumado através do batismo de Jesus, do sangue da Cruz e da ressurreição — e verdadeiramente existe uma igreja edificada sobre essa fé.

No entanto, estas igrejas não são organizações estabelecidas por sistemas ou tradições como a maioria das igrejas religiosas do mundo, mas existem como verdadeiras comunidades de fé edificadas sobre o evangelho de que Jesus carregou os pecados do mundo no Rio Jordão e fez expiação por esses pecados na Cruz.

         Acima de tudo, o padrão da igreja que Jesus estabeleceu não é a ‘organização’, mas o ‘evangelho’.
Jesus disse: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18).
Aqui, ‘esta pedra’ não se refere ao próprio Pedro, mas à fé do evangelho que ele confessou.
A confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16), é o próprio fundamento da igreja.
Portanto, o verdadeiro padrão da igreja não depende do seu tamanho, sistema ou tradição, mas de ela estar ou não firmada sobre o evangelho que crê no batismo que Jesus recebeu de João.
O lugar que crê que Jesus foi batizado por João no Rio Jordão para carregar os pecados do mundo, derramou o Seu sangue na Cruz e salvou aqueles que creem pela Sua ressurreição dentre os mortos — esta é, de fato, a igreja que herdou a fé de Pedro nesta era presente.

         Olhando para a história, o evangelho de crer no batismo de Jesus e na cruz conjuntamente foi gradualmente apagado após a Era Apostólica por aqueles que criaram o Credo Niceno.
No entanto, em todas as eras, Deus levantou pessoas que chegaram a compreender a Palavra do evangelho da água e do Espírito.
Na era apostólica, Pedro, João e Paulo pregaram o evangelho da água e do Espírito, e mesmo na era das trevas da Idade Média, a luz da verdade não foi completamente extinta.
Na era da Reforma, surgiu um movimento de retorno à Bíblia, mas o significado do batismo de Jesus ainda estava oculto.
No entanto, após o século XX, em meio ao estudo profundo das palavras da Bíblia, começaram a surgir aqueles que voltaram a entender a essência do evangelho — que “o batismo de Jesus foi o próprio ministério da transferência de pecados”.
Este não foi um movimento denominacional ortodoxo feito pelo homem, mas a misericórdia de Deus, que revelou novamente a verdade do evangelho da água e do Espírito no fim dos tempos, no século XXI.

         Mesmo hoje, no século XXI, a verdadeira igreja de Deus ainda existe.
Há numerosas igrejas no mundo, mas a maioria delas, sem conhecer o significado do batismo de Jesus, enfatiza apenas “o sangue da cruz”.
No entanto, uma igreja que crê no evangelho exatamente como ele é na Bíblia — isto é, a verdade de que “Jesus tomou sobre Si os pecados do mundo ao ser batizado por João, expiou todos esses pecados de uma só vez ao ser crucificado, derramando sangue e morrendo na cruz, e nos deu nova vida através da Sua ressurreição” — claramente existe.
Eles chamam a si mesmos de “a igreja daqueles nascidos de novo pelo evangelho da água e do Espírito”, e sustentam uma fé centrada na Bíblia e uma vida centrada no evangelho.
A fé deles, em vez de se basear em instituições externas ou tradições, foca na salvação que é recebida pela fé que crê na verdade da salvação — consumada pelo sangue que Ele derramou na cruz depois que os pecados do mundo foram transferidos para Ele através do batismo que Ele recebeu de João.

         No século XXI, aqueles que herdaram a fé de Pedro têm a seguinte confissão de fé comum.
O batismo de Jesus é o ministério no qual os pecados do mundo foram transferidos para Ele (Mateus 3:15-17, João 1:29), e a morte na cruz é o ministério que pagou o preço por esses pecados de uma só vez (Hebreus 9:12, 1 Pedro 3:18).
E a ressurreição é o ministério que confirmou a vida eterna para aqueles que receberam a remissão de pecados (Romanos 4:25), e o Espírito Santo habita nos corações daqueles que creem neste evangelho (Atos 2:38, João 3:5).
Esta fé é a própria substância do evangelho da água e do Espírito que Pedro confessou, e a igreja que crê no evangelho exatamente como ele é, é o que ainda existe hoje como a “Igreja de Deus”.
A promessa que Jesus fez, dizendo: “as portas do inferno não prevalecerão contra ela”, não significa simplesmente a sobrevivência de uma organização.
É a aliança de Deus de que o verdadeiro evangelho, isto é, o evangelho da água e do Espírito, será pregado até o fim do mundo.
Portanto, mesmo no século XXI, aqueles que creem neste evangelho existem, e a reunião deles é a própria igreja que herdou a fé de Pedro, a igreja que o próprio Jesus estabeleceu.

         Em conclusão, a igreja que herdou a fé de Pedro claramente existe mesmo no século XXI.
Eles são aqueles que creem no evangelho da água e do Espírito, completado pelo batismo de Jesus, pelo sangue da cruz e pela ressurreição, e é uma igreja estabelecida pela fé na justiça de Deus, não por doutrinas ou tradições humanas.
Esta igreja pode não ser grande para os padrões do mundo, mas dentro dela, o verdadeiro evangelho da salvação e a obra do Espírito Santo estão vivos.

         Para resumir, a confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, é a própria confissão de fé da igreja do século XXI.
Jesus assumiu os pecados do mundo ao ser batizado, expiou esses pecados na cruz e nos tornou justos através da Sua ressurreição. A reunião daqueles que creem neste evangelho — essa é a verdadeira igreja edificada sobre a fé de Pedro que ainda existe hoje.
Pela fé, dou graças por Deus ter estabelecido a Sua igreja nesta terra. Aleluia!
Espero que você também encontre a Igreja de Deus, descubra o evangelho da água e do Espírito, nasça de novo pela fé e obtenha a vida eterna. Amém.

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